
Quebrando passagens, criando entraves, muros altos que não me deixam respirar. A calma que grita, que aperta, que magoa ao deixar para trás...
O medo que treme, que se apodera de mim, que não me deixa ser feliz, que me prende a mim mesma... que me fere lentamente, sem deixar marcas visíveis.
Grito silencioso. Marcas que só se vão dissipar com o tempo, tempo que vai passar por mim como uma brisa leve e respirável. Ao encher os pulmões vou poder esquecer, vou poder voltar a respirar, vou conseguir voltar a amar...

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